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Congreso Internacional Los heraldos negros: 100 años después

Centro Cultural de San Marcos

MARTES 16 de julio, 12:00 m Mesa 6

“Entorno natural en Los heraldos negros
Manuel Velázquez Rojas (Universidad Nacional Mayor de San Marcos, Perú)

“Aguaceros, chirapas y tormentas en Los heraldos negros y otros poemarios de Vallejo”
Mara L. García (Brigham Young Universi, Estados Unidos)

Los heraldos negros: «fermento[s] de sol»
Pedro Granados (Vallejo sin Fronteras Instituto, Perú)

“César Vallejo: revocación de la muerte”
(Indagación de un motivo desde su poesía póstuma a Los heraldos negros)
Gustavo Lespada (Universidad de Buenos Aires, Argentina)

 

PROGRAMA… 

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SHOW DE LANÇAMENTO DO LIVRO ROXOSOL/ SESC – São Paulo

18/05

SAB
17H

Grátis

Os poetas e ensaístas Pedro Granados e Amálio Pinheiro, dois descendentes diretos do arquipélago poético César Vallejo, lançam ROXOSOL. O livro comemora os quarenta anos de vida poética do peruano Pedro Granados. A pujança da voz coloquial escancara o jogo solar entre a tristeza e a alegria, ilumina o vaivém morte e vida na paisagem, nos objetos e nos afetos cotidianos. Ninguém pode escapar desses versos curtos entremeados de dança e sol. Lançamento recitado e cantado, onde Amalio Pinheiro fará leituras comentadas da obra em conexão com músicas do cancioneiro popular do Brasil e América Latina, que serão apresentadas pela cantora brasileira Jurema Paes  e a pianista e flautista cubana Claudia Rivera. Junto ao repertório escolhido, as mesmas musicarão de forma inédita um dos poemas de ROXOSOL.

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Salve Jerusa!

“A ensaísta e tradutora baiana Jerusa Pires Ferreira morreu este domingo de Páscoa, aos 81 anos, sem ter usado todo o estoque de vida de que julgava dispor. Inumerável Jerusa, sempre esboçando textos futuros para trapacear a morte. Mas, estudiosa dos romances de cavalaria, do mito de Fausto e sua infinita repercussão na literatura popular, ninguém mais do que ela sabia reconhecer as vestes severas da morte real ou alegórica. Era a erudita sem frescuras, a sertaneja sem aridez, a filha de Iansã sem proselitismo. Compartilhamos tantas causas suicidas: a defesa da baía de Todos os Santos, das catedrais, dos casarões, das bibliotecas e da poesia. Eu a conheci em 2008, ao entrevistar seu marido, Boris Schnaiderman, pioneiro das traduções de romances russos no Brasil. Depois nos reencontraríamos graças a Dayse Porto, minha amiga e sua orientanda. Daí não deixaríamos mais de confabular, como nas tardes de chá e torrada em que cantávamos sambas-canção e boleros, enquanto Boris sorria e fazia silêncio. Contrariando alguns teóricos, penso que o silêncio dos intelectuais significa apenas silêncio. E Boris soube certa vez rompe-lo para proteger a amada dos ventos frios: “Jerusa, por favor, não vá à padaria. Você está resfriada!”. Subitamente em pé, Jerusa envolveu o pescoço de Boris com uma echarpe e recitou Ary Barroso, rosto colado: “Boris, creia: toda quimera se esfuma, como a beleza da espuma, que se desmancha na areia. Eu vou!”. Esses encontros integram as minhas memórias mais felizes de São Paulo. Faz quatro meses que ela me chamou ao hospital, em Salvador, e passou a me traçar novos projetos em comum, um deles tão misterioso quanto as confrarias medievais. “Tenho amigos em várias partes do mundo, inclusive no Nepal” – ela introduziu, com dificuldade. “Assim que eu sair daqui, vamos nos reunir em casa, pois quero montar um mapa de todas essas amizades. Só eu sei de cada uma delas. Não quero que esses vínculos sejam perdidos”. As oscilações de sua saúde impediram a montagem dessa cartografia amorosa. Desinformados, os membros orientais da irmandade imaginária continuarão amando-a como se viva estivesse. No Nepal haverá quem siga a esperar a sua resposta.”

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Armando Almánzar-Botello/ Ramón Saba

Finalmente, el escritor Pedro Granados asegura que la poesía de León Félix Batista junto con la de Armando Almánzar-Botello, debería ser el auténtico ícono de la generación dominicana de los años 80. Ambos son, a su modo de ver, complementariamente neobarrocos: más culterana la de Almánzar-Botello (analógica y llena de referencias eruditas), más conceptista la de Félix Batista (analógica y centrada en la elipsis de la frase y el cultismo del vocabulario).

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DÍA MUNDIAL DE LA POESÍA

En el Perú contemporáneo sólo han habido tres poetas, y uno cuarto y otro quinto (pendientes de identificación).  Ninguno de ellos escribiendo sobre sí mismos, sino, más bien,  desde cierta multitud que es cada uno de nosotros.  Honrando esta complejidad multipersonal o postpersonal; esta  –sobre cualquier patio– recurrente y espontánea arborescencia.  Así Vallejo que echó mano a muy antiguos fermentos de sol; y entre ellos se reconoció y reconcilió.  Así Martín Adán, cuyo mayor legado, muy superior al de Luis E. Valcárcel (“inventor del Cusco”), consistió en “bañarse con la india desnuda/ en chorro/ donde sólo alguna agua nos vea”; es decir, junto a la naturaleza y al lado del “extranjero”.  Desde el íntimo Macchu Picchu que, como promesa aún no cumplida,  alienta en cada uno de los peruanos.  Así, Luis Hernández Camarero, cuya voz más auténtica son sus muchas y arbitrarias traducciones; aquél que supo siempre, aunque solitario en la noche, que alguien lo amaba.

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Poetas en Bolivia: Para una antología posthumana

Hola Pedro!!!!!

Saludos desde esta ciudad animal!!

Un abrazo

Jessica (Freudenthal)

Chairo con alguna notable poesía boliviana última

Juvenal Agüero en Bolivia

“Soledad impura” entre pulp fiction y la gripe A/ Juan Carlos Ramiro Quiroga

Jaime Saenz en el teleferico paceño: Algunos cables de su poesía

César Vallejo, nuestro “hermafrodita universal”

Pedro Granados: “Lo que importa es escribir”

¿Pedro Susz K. o Jesús Martín-Barbero?

RECUERDO DE JESÚS URZAGASTI (1941-2013)

La Ciudad Trilce de Christian Vera Ossina

Cochabamba, las cabinas de Internet y yo/ Manuel Munive

Poesía de Bolivia para el mundo

ÚLTIMA ENTREVISTA DE RUBÉN VARGAS (La Razón)

A Rubén Vargas, i.m.

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